Pesquise no blog

Visitantes Corais

quinta-feira, 31 de março de 2011

Melhores momentos: Santa Cruz 1x0 São Paulo - Copa do Brasil 2011




Fonte:

quinta-feira, 24 de março de 2011

Gols: América 1x2 Santa Cruz - Pernambucano 2011




Fonte: Mequinha News

segunda-feira, 21 de março de 2011

Hino do Santa Cruz - Versão Remix



Fonte:


Quem quiser a versão do hino para usar como toque de celular, basta deixar o e-mail nos recados dessa postagem que eu envio.

Gols (E melhores momentos): Santa Cruz 3x3 Náutico - Pernambucano 2011




Fonte:

domingo, 13 de março de 2011

Gols: Santa Cruz 2 x 0 Salgueiro - Pernambucano 2011




quinta-feira, 10 de março de 2011

Gols: Petrolina 0x3 Santa Cruz - Pernambucano 2011




Fonte:

quarta-feira, 9 de março de 2011

Bandeira de Pernambuco estilizada com as cores do Santa Cruz



Fonte: Blog do Santinha

Cartaz da Troça Minha Cobra - 2011

Cartaz do Bloco Triloucura - 2010

Estandarte do Bloco Paixão Coral - 2011

terça-feira, 8 de março de 2011

Zé do Carmo - 1983 - 1995


Zé do Carmo comandando a
 homenagem a Paraíba, em 1983

1983


José do Carmo Silva Filho, o Zé do Carmo, nasceu no Recife no dia 22 de agosto de 1961. Em sete temporadas jogando como volante do Santa Cruz, seu principal clube, disputou 89 partidas, obteve 25 vitórias e marcou 8 gols. Além do Santa Cruz, Zé do Carmo também jogou no Vasco da Gama, time em que disputou 82 partidas, Acadêmico de Coimbra (Portugal), CRB e Uniclic. Em todos os clubes por onde passou, exerceu papel de liderança. Por conta desse perfil, iniciou carreira de treinador passando por clubes do futebol nordestino. Foi também dirigente no Clube Náutico Capibaribe (Recife). Zé do Carmo é um dos grandes nomes da história do Santa Cruz.

Atualmente, é comentarista esportivo da TV e do Rádio e reside na sua cidade natal, Recife.

Camisas - 1957

Camisas - 1978

Ricardo Rocha - 1983, 1984 e 1990




Ricardo Roberto Barreto da Rocha, mais conhecido como Ricardo Rocha, nasceu em Recife, no dia 11 de setembro de 1962.

Iniciou sua carreira no clube Santo Amaro, em Recife, como lateral-direito e logo se transferiu para o Santa Cruz onde participou da histórica campanha de 1983 em que o time Coral sagrou-se super campeão depois de perder os dois primeiros turnos e a primeira fase do terceiro. Essa épica conquista colocou Ricardo Rocha na vitrine do futebol brasileiro. Pouco tempo depois ele se transferiu para o Guarani de Campinas já como zagueiro.

Jogador de excelente técnica e grande liderança, recebeu o apelido de xerife. Jogou por vários clubes e pela Seleção Brasileira. Ricardo sempre teve estilo aguerrido, e apesar de pouca estatura tinha uma incrível noção de posicionamento nas jogadas aéreas. Foi para a Copa dos Estados Unidos em 1994 muito bem preparado,mas logo no jogo de estréia Ricardo lesionado fora substituído e não voltaria a campo naquele mundial, mas a pedido do grupo permaneceu contagiando o grupo com seu bom humor e bom astral.

O atleta encerrou sua carreira como jogador em 1998, iniciou uma carreira de treinador no Santa Cruz sem grande êxito. Atualmente (2010) Ricardo Rocha é diretor esportivo do Mixto (MT).

Paranhos - 1978, 1979

Marivaldo Paranhos Prado começou nos juvenis do CSA. Já nessa época, demonstrava um pouco de classe, de técnica e muita garra. Sua valentia, sua liderança, sua vontade de vencer, seu amor pelo clube azulino, fazia dele um grande destaque do time. Com o tempo foi aprimorando tudo isso e chegou a ser cobiçado pelos grandes clubes do futebol brasileiro. Terminou contratado pelo São Paulo onde passou cinco anos e foi campeão paulista. Também defendeu o Santa Cruz de Recife, onde realizou 57 partidas,e também foi campeão. Vestiu ainda as camisas da seleção paulista e pernambucana. No CSA foi tetra campeão nos anos de 1965/66/67/68, e campeão em 1980, quando voltou a defender o clube do mutange. Este titulo foi um dos mais importantes de sua vida por dois motivos. Primeiro, porque estava voltando ao CSA. Segundo porque impediu que seu rival, o CRB, conquistasse o tão sonhado penta campeonato.

Quando se transferiu para o São Paulo, conheceu o mundo, ganhou fama, dinheiro e muitos amigos. Viveu no tricolor muitos momentos felizes. Era um jogador com atuações regulares. Não gostava de perder e atuava com muita virilidade. Não misturava a virilidade com violência. Na área, estava sempre atento aos ataques do adversário. Combatia, corria para cobrir seus companheiros e lutava pela vitoria até o ultimo minuto. Era tipo do jogador que empolgava sua torcida. Aqueles que conhecem Paranhos sabem muito bem que sempre foi um rapaz humilde, franco, correto, e cumpridor de seus deveres.

Ao longo de sua brilhante carreira, o zagueiro viveu momentos alegres e tristes. Sentiu fortes emoções e chorou algumas decepções. Entretanto, o balanço lhe é favorável. Foi um jogador vitorioso, consagrado. Mesmo sem ser um craque na acepção da palavra, sempre soube corrigir seus defeitos e aperfeiçoar suas virtudes. Continua torcendo pelo CSA e adorando sua torcida. Por ela valeu a pena derramar suas lágrimas nas grandes vitorias, e até mesmo, nas poucas derrotas. Sem muito sucesso, iniciou uma carreira de treinador no próprio CSA. Foi uma das decepções na sua vida esportiva. Valeu apenas como experiência. Nos dias de hoje trabalha na Secretaria Municipal de Esporte e Lazer e na Comissão Técnico do CSA. Paranhos também foi homenageado no Cantinho da Saudade.


Fonte: Museu dos Esportes

Carlos Alberto Rodrigues - 1978

Carlos Alberto Rodrigues, meio-campista, nasceu no dia 12 de julho de 1947, jogou no Santa Cruz no final da década de 70. Além da equipe coral, jogou também no São Paulo, Grêmio, Náutico e Colorado (Atual Paraná Clube). Atualmente, Carlos Alberto Rodrigues mora no litoral paulista e trabalha no ramo de lajotas.

Fonte: Milton Neves

segunda-feira, 7 de março de 2011

Marcelo Ramos - 2009

Marcelo Silva Ramos, mais conhecido como Marcelo Ramos, nasceu em Salvador, 25 de junho de 1973. Foi revelado nas categorias de base do Bahia/BA onde é o 6º maior artilheiro da história do clube, com 121 gols marcados. Em seu primeiro ano como profissional, foi Campeão Baiano de 1993, e no ano seguinte foi novamente campeão e, além disso, artilheiro do torneio com 22 gols.

No Santa Cruz marcou 26 gols em 2007, tornando-se artilheiro do Campeonato Pernambucano e ídolo da torcida coral. Em 2009, voltou ao clube e sagrou-se novamente artilheiro do Campeonato Pernambucano com 18 gols. Foi um dos grandes destaques do torneio. Marcelo Ramos encerrou sua carreira em 2012, em 2016 foi candidato a vereador por Salvador mas não conseguiu se eleges, teve apenas 948 votos.

domingo, 6 de março de 2011

Tiano e a histórica virada em cima do América

Tiano, aos 78 anos- Foto Revista Placar - 1979

Um dos grandes nomes da história gloriosa do Santa Cruz, foi Martiniano Fernandes, conhecido como Tiano, quando atuou de forma brilhante durante sete anos da década de dez pela equipe Coral. Tiano participou do histórico jogo em que o Santa Cruz perdia de 5x1 para o América (Na época, uma das potências do futebol pernambucano) e virou a partida vencendo pelo placar de 7x5.

Martiniano Fernandes formou-se médico e fez carreira brilhante, chegou a ser catedrático, dirigindo vários hospitais. Foi também senador por Pernambuco. Em 1979, aos 78 anos, em depoimento a Revista Placar, Tiano deu detalhes da histórica partida:

“Eu era o capitão do time, nosso ataque contava com cinco baixinhos, mas todos muito rápidos. No segundo tempo, resolvi deslocar Pitota para a ponta direita. O efeito foi quase milagroso. Rapidíssimo, Pitota deixou tonta a defesa do América e passou a centrar bolas na área. Fiz três gols e os outros foram marcados por Nequinho, Joaquim de Sá e Pitota. Pitota driblou quase todo o time do América antes de marcar. Foi uma vitória tática: como o América correra demais no primeiro tempo, não pôde aguentar o nosso ritmo no segundo tempo, já que exploramos a velocidade dos nossos jogadores. Foi um delírio, tinha gente que já havia deixado o campo e voltou ao ouvir a algazarra feita a cada gol”.

Martiniano Fernandes foi jogador do Santa Cruz entre os anos de 1915 e 1922, quando abandonou a carreira depois de romper um menisco num jogo amistoso no Ceará. No ano seguinte formou-se em medicina onde fez brilhante carreira. Hoje em dia, o Professor Martiniano Fernandes dá nome a uma fundação  e a um nefrocentro sendo respeitado como um dos grandes nomes da medicina pernambucana e uma lenda do futebol Coral.