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segunda-feira, 1 de março de 2010

Sebastião da Virada - 1933

Sebastião Luiz de França, o “Sebastião da Virada”, nasceu em Palmares-PE, no dia 03 de setembro de 1901. Atuando como zagueiro iniciou sua trajetória no Íris, um extinto clube do Recife. Em 1925 transferiu-se para o Santa Cruz atuando por cinco temporadas seguidas. Em 1930 foi jogar no Encruzilhada mas em 1932 retornou ao Santa Cruz e virou lenda conquistando o bicampeonato de 32/33. “O apelido Sebastião da Virada” ele ganhou depois que marcou um gol contra o Ipiranga da Bahia, a torcida começou a gritar “é da virada, é da virada” e ficou. O futebol da década de 30 era amador, Sebastião era um homem simples, de pouca instrução e acabou sofrendo as agruras da vida.  Em 1970, Sebastião vivia perambulando sem ter onde morar nem tinha renda para se sustentar, dois conselheiros do Santa Cruz, o Dr. Boanerges de Souza e Alfredo Ramos, compadecidos com a situação de penúria dele, propuseram a patrimonial do clube uma saída: arranjaram um quartinho em baixo das sociais do Arruda para Sebastião morar. A proposta foi aceita e o velho ídolo passou a viver no local onde deu tantas alegrias a torcida Coral. Semanalmente ele recebia uma pequena ajuda financeira para suprir suas necessidades. Assim ele terminou os seus dias, vivendo no templo sagrado do Arruda.


Clique aqui e veja imagens do time tricampeão da década de trinta do qual fazia parte o lendário Sebastião da Virada.

Barbosa - 1957




Barbosa no time de 1955

Moacir Barbosa do Nascimento, nasceu em Campinas – SP, no dia 27 de Março de 1921. Foi um dos melhores goleiros da sua época, mas ficou estigmatizado depois que o Brasil perdeu a Copa de 1950 para o Uruguai. A culpa pela derrota foi jogada nas costas dele que carregou esse fardo até os últimos dias de sua vida. Barbosa defendeu o Santa Cruz entre 1955 e 1957 e é lembrado até hoje por torcedores da época. Sobre esse brilhante goleiro, certa vez, escreveu o jornalista Armando Nogueira:
“Certamente, a criatura mais injustiçada na história do futebol brasileiro. Era um goleiro magistral. Fazia milagres, desviando de mão trocada bolas envenenadas. O gol de Gighia, na final da Copa de 50, caiu-lhe como uma maldição. E quanto mais vejo o lance, mais o absolvo. Aquele jogo o Brasil perdeu na véspera.”
Barbosa faleceu em Santos, no dia 07 de Abril do ano 2000, de causas naturais.
Fonte: Wikpédia

Torcedores Ilustres - Capiba


Capiba, o genial compositor de frevos, não foi apenas um torcedor. Ele compôs o hino do clube, um frevo, obviamente. Segundo o próprio Capiba, a música foi composta em 1948 para homenagear o tricampeonato do clube. Uma briga entre o Santa e a federação, adiou o lançamento do frevo “O Mais Querido”, que só seria lançado em 1957, ano do primeiro supercampeonato do Santa. O frevo foi um sucesso e tornou-se o hino oficial do clube. O título da canção, “O Mais Querido”, tornou-se o slogan mais conhecido do time do povo. Salve Capiba!!!!!!!


Time de 2010

Em pé: Joelson, Édson Miolo, Allysson, Leandro Cardoso, Léo e Gutti; 
Agachados: Elvis, Brasão, Baiano, Goiano, Jackson

Time de 2009 - Campeão da Copa Pernambuco


Sabe a escalação? Deixe nos comentarios da foto

Ascensão a Série A - 2005

Clique na imagem para ampliar

Alex Oliveira - 2007 - 2009

Alexandre Rodrigues de Oliveira, nasceu em Igarassu, Pernambuco, no dia 05 de Julho de 1978. Jogou pelo Santa Cruz no ano de 2009. Outros times que defendeu: Portuguesa, Guarani, ABC, Ipatinga, Vila Nova, Paraná, Vasco da Gama, Ceará, Atlético de Goiás e América de Natal.

Marcelo Rocha

Marcelo de Oliveira Rocha, nasceu no dia 20 de Novembro de 1977. Revelado nas categorias de base do Penedense (Penedo-Al), o artilheiro foi trazido para o Santa Cruz por Dr. Fernando Andrade. Desde então, Rayo Vallecano, Sport, Rio Branco, Remo, Cricíuma e Fluminense foram alguns dos clubes que o penedense Marcelo defendeu como jogador profissional.

Ao encerrar a carreira de atleta, Marcelo começou a atuar como auxiliar-técnico. No início, a amizade que tem com Givanildo Oliveira lhe abriu as portas e juntos, conquistaram brilhantemente, a Copa dos Campeões pelo Payssandu, título inédito para o time paraense e que possibilitou ao Papão da Curuzú, disputar a Taça Libertadores pela primeira vez Anos depois retornou ao Recife, onde firmou parceria com Hélio dos Anjos, com quem está trabalhando até os dias de hoje (2010).


Quinho - 1993

Francisco Canidé da Silva, o “Quinho”, nascido no dia 17 de maio de 1969, na cidade de Natal-RN, foi um lateral que atuou no Santa Cruz no início da década de 90.

Edinho - 1992

Edinho era zagueiro e teve uma curta passagem pelo Santa Cruz no início da década de 90.

Henágio

Henágio Figueiredo dos Santos nasceu em Aracaju-SE, no dia 10 de Dezembro de 1961. Iniciou sua carreira em1982, no Sergipe. Em 83, veio para o Santa Cruz, tornando-se ídolo da torcida. Depois de brilhar no santa cruz, Henágio sagrou-se Campeão Brasileiro de 1987 pelo Flamengo. No início da década de 90, ele retornou ao Recife e jogou mais duas temporadas pelo Santa Cruz. Henágio faleceu no dia 26 de outubro de 2015, na sua casa, aos 53 anos, vítima de um enfarto. Ele trabalhava nas categorias de base do Santa Cruz.

Time de 1990 - Campeão Pernambucano


Em pé: Eduardo, Tanta, Raul, Marcão, Mazo e Marinaldo
Agachados: Ataíde, Leto, Mazinho, Marcelo e Wanks.
O Santa Cruz sagrou-se campeão no dia 27 de maio de 1990
perdendo de 1x 0 para o Sport. 

Banana - 1990

Time de 1983 - Trissuper Campeão

Em pé: Luiz Neto, Henagio, Ivan, Bebeto, peu e Henrique, Django, Birigui e Ângelo.
Agachados: Gabriel, Marco Antônio, Ricardo Rocha, Zé do Carmo, Gomes, Edson Furquim,
Almeida.


Fostos: Revista Placar - 1983

A final aconteceu no dia 18 de dezembro de 1983, o Santa venceu o Náutico nos tiros livres.

Time de 1978 entrando em campo

Nunes Cabelo de Fogo

Nunes na capa da Revista Placar - Fevereiro de 1978

Nascido em Feira de Santana, na Bahia, em 20 de Maio de 1954, João Batista de Oliveira Nunes mudou-se para o Rio de Janeiro em 1969. Naquele mesmo ano, com 14 anos de idade, ingressou nos juniores do Flamengo. Passou cinco anos nas categorias de base do rubro-negro, todavia, quando atingiu a maioridade, foi dispensado pelos dirigentes do clube, que não viram potencial em Nunes.
Sem conseguir tornar-se jogador profissional pelo Flamengo, Nunes foi parar no modesto Confiança, time do futebol sergipano. Dois anos mais tarde, em 1976, foi contratado pelo Santa Cruz, importante clube de Recife, onde tornou-se ídolo. Brilhou por três anos no futebol pernambucano, conquistando os Estaduais de 1976 e 78.
Em 1978, Nunes chegou à Seleção Brasileira que se preparava para a Copa do Mundo. Infelizmente, machucou-se durante um treino e ficou de fora da competição.

Fonte: Wikipédia

Givanildo e Dada Maravilha - 1976

Time de 1973 - Pentacampeão Pernambucano


Em pé: Gena, Gilberto, Paulo Ricardo, Erb,Antonino e Botinha.
Agachados:Valmir, Fernando Santana, Ramon, Luciano eGivanildo.

Em pé: Gilberto, Paulo Ricardo, Erb, Antonino, Botinha e Gena.
Agachados: Betinho, Fernando Santana, Ramón, Luciano e Givanildo.

A final aconteceu no dia 15 de Agosto de 1973
o Santa venceu o sport por 2x0



Time de 1972 - Tetracampeão Pernambucano

Em pé: Sapatão, Cabral,Paulo Ricardo, Erb, Detinho e Ferreira.
Agachados: Betinho, Fernando Santana, Ramon, Luciano e Givanildo.
Foto: Acervo Fernando Santana.
Em pé: Gena, Gilberto, Rivaldo, Eberval, Lourival e Antonino.
Agachados: Miruca, Zé Carlos Olímpico, Betinho, Luciano e  Givanildo.
Em pé: Birunga, Rivaldo, Cabral, Sapatão, Herb, ???, Detinho e Ferreira. 
Agachados: Fernando Santana, Ramon, Bita, Zé Carlos, Ramon e Givanildo.
Cabral, Sapatão, Erb, Rivaldo, Detinho e Ferreira; 
Betinho, F Santana, Bita, Veloso e Giva
Foto: acervo Fernando Santana

Mancuso - 1999

Alejandro Victor Mancuso, nasceu no dia 04 de Setembro de 1968, em Ciudadela, Argentina. começou sua carreira profissional no Ferro Carril Oeste, integrando posteriormente os elencos de grandes clubes argentinos como o Vélez Sarsfield, Boca Juniors e Independiente. No Brasil, Mancuso jogou no Palmeiras, Flamengo e Santa Cruz. Sua chegada ao Recife foi motivo de festa para a torcida Coral. Sua contratação, junto com outro argentino, Almandoz, fez parte de uma estratégia para sacudir as Repúblicas Independentes do Arruda.
Mancuso não chegou a ser campeão pelo Santa, mas cumpriu o propósito de sacudir a grande massa Coral. Pouco depois de sua saída, o Santa Cruz, numa arrancada memorável, conseguiu retornar a elite do futebol brasileiro. A passagem dele pelo Arruda, certamente, contribuiu para essa grande vitória. Atualmente, Alejandro Mancuso é auxiliar técnico de Maradona no comando da Seleção Argentina.