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domingo, 22 de julho de 2018

Santa Cruz x Sport - 1936


Há 82 anos: No dia 14 de Maio de 1936, antes de um Clássico das Multidões, Santa Cruz e Sport posaram juntos para a foto oficial da partida com um frondoso buquê de flores!

Campanha do Tijolo - 1970


Recorte do Diário da Manhã - 1970

sábado, 21 de julho de 2018

Time de 1941

Pedro, Sidinho I, Rubinho, Amaro Caju, Pedrinho, Siduca,
Sidinho II, China, Henrique, Tará, Vicente, Rubão, Becão e Pelado.

Esse foi o time que conquistou o campeonato de 1940 vencendo o 
Sport por 2x1 no dia 04 de Maio de 1941

Os campeonatos eram decididos sempre no início do ano seguinte.

Rubinho - 1944

Rubinho atuava como meio-campista.

Time de 1944

Estênio, Sidinho II, Pedrinho, Guaberinha, Rubinho,
Jorje, Carapanã, Darci, Renato, Jonas e Siduca.

Observação: A escalação não está na ordem.

Projeto do Colosso do Arruda - 1964


Diário da Manhã - 12 de outubro de 1964

quinta-feira, 19 de julho de 2018

Santa Cruz Penta na Ilha - 1973


16 de agosto de 1973

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terça-feira, 17 de julho de 2018

Санта Круз , o Santa Cruz da Rússia





São aproximadamente 14.452 km e o Oceano Atlântico separando o Brasil da Rússia, mas não há distância certa para a admiração e inspiração do Санта Круз (Santa Cruz em russo), pelo Mais Querido do Arruda, o Santa Cruz Futebol Clube. O clube manda seus jogos em Moscou, capital da Rússia onde disputa a Liga de futebol amador da Rússia (Amateur League) carrega no peito o escudo do Tricolor Pernambucano, além de ter o mesmo nome do clube em que venera. Por ser amador, pouco se sabe do clube russo, mas a certeza que fica é que já ganharam mais de milhões de fãs do Brasil inteiro, todos torcedores do original, do Santa Cruz Futebol Clube.  Liga Amadora da Rússia (Amateur League) – organiza competições de massas de esportes regulares em toda a Rússia. A principal característica do projeto é a modelagem das maiores competições de futebol do mundo em uma forma de jogo, quando muitas equipes amadoras são organizadas em um ambiente de futebol competitivo sob o pretexto de equipes bem conhecidas e equipes nacionais de países europeus, americanos e outros. O Santa Cruz chegou às quartas de final  da Fase Nacional da Liga Amadora Russa, onde atropelou o Flamengo por 5×2. Classificado às oitavas de final, enfrenta a equipe do Botafogo. VAMOS SANTA!

Fonte: Mercado do Futebol

segunda-feira, 16 de julho de 2018

Zé Neguinho, o goleiro do Santa que virou mestre de coco

Suplemento Cultural - Agosto de 1996

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domingo, 15 de julho de 2018

José Orlando - 1935/1936

José Orlando foi o capitão do Santa Cruz na conquista do título pernambucano de 1935


quinta-feira, 12 de julho de 2018

Santa Cruz 2x0 Benfica - 1976


14 de agosto de 1976

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quarta-feira, 11 de julho de 2018

Neco - 1937

Neco atuava como goleiro,

terça-feira, 10 de julho de 2018

Vicente - 1930 - 1940


Vicente, goleiro campeão Pernambucano pelo Santa Cruz em 1940.

Torcedores Ilustres - Jackson do Pandeiro


Nascimento: 31 de agosto de 1919
Falecimento: 10 de julho de 1982

domingo, 8 de julho de 2018

No dia 09 de julho de 1935 o Diário da Manhã destacava uma vitória do Santa Cruz no Pará.


quinta-feira, 5 de julho de 2018

Santa Cruz 9x0 Remo - 1967



Diário da Manhã 
20 de Fevereiro de 1967


Santa Cruz x Vasco da Gama - 1936


Diário da Manha - 24 de Março de 1936

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Documentário sobre o tricolor Bajado



BAJADO é um documentário curta-metragem cujo tema principal é o genial pintor popular, Euclides Francisco Amâncio, que se auto intitulava “Bajado, um artista de Olinda”. O filme traz diversas abordagens e interpretações de sua vida e obra, além de fazer uma imersão na rotina de “figuras” que parecem ter saído de dentro de seus quadros.(Ópera Filmes).

Futebol e arte: a paixão de Wellington Virgolino pelo Santa Cruz

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O pintor pernambucano Wellington Virgulino de Souza nasceu na cidade do Recife, no dia 19 de setembro de 1929, no bairro de Casa Amarela, filho de Gervázio Virgulino de Souza e de Carmoniza Andrade de Souza. Embora batizado Virgulino (com “u”), assinava suas telas como Wellington ou W. Virgolino (com “o”). Fez seus primeiros estudos na Escola Maurício de Nassau, bairro da Boa Vista, e o primeiro ano científico no Ginásio Pernambucano. Não concluiu o curso. Foi um autodidata. Nesse Ginásio conheceu e tornou-se amigo de Vicente do Rego Monteiro que, por ter lhe dado valiosas apreciações e conselhos, Virgolino o considerava seu primeiro orientador.

Despertou para as artes plásticas ainda criança. Utilizava lápis de cor, aquarelas e nanquim para desenhar caricaturas de colegas, professores e de seus irmãos. Tanto no curso primário como no ginásio e científico, os colegas e os professores o admiravam e divertiam-se com os desenhos por ele caricaturados. Morou na rua Velha por mais de vinte anos e  manteve amizade com vários outros artistas também iniciantes como Ionaldo Cavalcanti, Beatriz Alves Melo Calábria e Darel Valença.
Começou a desenhar histórias em quadrinhos em cadernos quando ainda estudava no Ginásio Pernambucano e as vendia para garantir a entrada no Cinema Politheama ou no Ideal. Nesses cinemas, eram exibidos os seriados que Virgolino retratava em suas histórias: O Aranha NegraFlash GordonJim das SelvasO Fantasma Voador. Com a colaboração do seu amigo Redomak Viana, criou outras histórias que foram publicadas no Jornal Pequeno, Recife, entre 1946 e 1947.

Após reportagem publicada no Jornal Pequeno, Recife, em 1948, elogiando  os seus trabalhos, Virgulino passou a colaborar nesse periódico, junto com o primo Yvonildo de Souza, com charges e desenhos sobre a vida mundana do Recife. Simultaneamente, Wellington trabalhou no escritório de Tabosa de Almeida, advogado e um dos incentivadores do pintor. Por dez anos (1949-1959), foi funcionário da Mala Real Inglesa, localizada na rua do Bom Jesus,  área portuária do Recife. Sem dúvida, a convivência com as personagens do lugar, o levou a realizar trabalhos inspirados em temas sociais, além de registrar sua passagem pela boemia. Esse período, década de 1950, é considerado como início de sua fase de ouro. Nele, Virgolino conheceu Abelardo da Hora que, em parceria com Hélio Feijó, planejou e fundou a Sociedade de Arte Moderna do Recife (SAMR). De Abelardo recebeu aulas de ‘pose rápida’ no Liceu de Artes e Ofícios de Pernambuco. Depois, nasceu a idéia de criar o Atelier Coletivo que, graças a união e determinação de alguns artistas, foi instalado em casa alugada na rua da Soledade, nº 57, bairro da Boa Vista, Recife. 

No Atelier, aprimorou sua técnica de pintura e utilização de materiais artísticos orientado, eventualmente, por pintores que vinham de fora – Mário Cravo e Carybé, da Bahia; Danúbio Villanil, do Rio Grande do Sul – e os daqui – 
Francisco Brennand, Reynaldo e Lula Cardoso Ayres. O grupo que fazia parte do Atelier fundou o Clube da Gravura. O Clube tinha sócios que contribuíam mensalmente e recebiam uma gravura. Isso ajudou a manter o Atelier Coletivo que funcionou primeiramente na rua da Soledade, depois nas ruas Velha, 231, e da Matriz, 117, todas no bairro da Boa Vista. Em 1957, O Atelier Coletivo e o Clube da Gravura do Recife lançaram o álbum Gravuras, composto de 10 xilogravuras em madeira e gesso de autoria de Wellington Virgolino, Corbiniano Lins e Wilton de Souza. Depois, o grupo começou a dispersar e, aos poucos, cada um montou seu ateliê.  Wellington mantinha com seu irmão Wilton de Souza um ateliê na residência de seus pais. Em 1955, casou com Marinete Alves de Souza e, com o tempo, o transferiu para sua própria casa, no bairro de Monsenhor Fabrício, Recife. Depois, o instalou no bairro do Hipódromo. Mais tarde, deixou seu emprego na Mala Real Inglesa e dedicou-se à sua arte.

Foi desenhista e escultor, mas foi como pintor que se destacou tornando-se reconhecido nacional e internacionalmente. De 1954 a 1987, participou de exposições individuais (Recife, Salvador, São Paulo e Rio de Janeiro) e coletivas (Europa, Ásia, América do Sul, São Paulo, Belo Horizonte, Salvador, Porto Alegre, Brasília). Foi agraciado com prêmios e condecorações, teve seu trabalho comentado e analisado por escritores, poetas e críticos de arte, foi membro de diversas comissões julgadoras de obras de arte e ilustrou livros. Em 1995, o Conselho Municipal de Cultura, Recife, o homenageou com o troféu Construtores da Cultura(in memoriam).

Wellington Virgolino faleceu no Recife no dia 23 de setembro de 1988.

Fonte: BARBOSA, Virgínia. VirgolinoPesquisa Escolar Online, Fundação Joaquim Nabuco, Recife. Disponível em: http://basilio.fundaj.gov.br/pesquisaescolar/


quarta-feira, 4 de julho de 2018

Malaquias e Zé Pequeno - 1936


Dadá - 1936

Floriano da Rocha Carvalho, o Dadá, nasceu no dia 24 de Abril.  Ele atuava como goleiro e foi Campeão Pernambucano de 1935 pelo Santa Cruz. Depois que abandonou o futebol Dadá tornou-se um próspero industrial. Dadá faleceu no dia 07 de janeiro de 2015.

Curiosidade: Dadá também jogava no time de vôlei do Santa Cruz, confira aqui


Marcionillo - 1935

Marcionillo foi um grande atacante coral da década de 30 

segunda-feira, 2 de julho de 2018

Matéria do Diário da Manhã destacando o título juvenil do Santa Cruz e a cirurgia do atleta Ernani Zloccoick - 1934


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