José Orlando foi o capitão do Santa Cruz na conquista do título pernambucano de 1935
Seguidores
domingo, 15 de julho de 2018
quinta-feira, 12 de julho de 2018
Santa Cruz 2x0 Benfica - 1976
14 de agosto de 1976
15 de agosto de 1976
Clique na imagem para ampliar. Para ampliar mais: clique na imagem com o botão direito do mouse em “Abrir em nova aba” ou "Abrir link em nova guia" e a imagem poderá ser ampliada ao máximo facilitando a leitura.
quarta-feira, 11 de julho de 2018
terça-feira, 10 de julho de 2018
Vicente Lobão - 1939 - 1940
Vicente Lobão, goleiro campeão Pernambucano pelo Santa Cruz em 1940,
atuou também no América e no Náutico, onde foi tricampeão na década de 50.
Bastante temperamental, protagonizou um episódio bizarro em 1954: depois da
marcação de uma falta, Vicente partiu para cima do árbitro Anísio Morgado e
aplicou-lhe uma surra.
domingo, 8 de julho de 2018
No dia 09 de julho de 1935 o Diário da Manhã destacava uma vitória do Santa Cruz no Pará.
quinta-feira, 5 de julho de 2018
Santa Cruz x Vasco da Gama - 1936
Diário da Manha - 24 de Março de 1936
Clique na imagem para ampliar. Para ampliar mais: clique na imagem com o botão direito do mouse em “Abrir em nova aba” ou "Abrir link em nova guia" e a imagem poderá ser ampliada ao máximo facilitando a leitura.
Documentário sobre o tricolor Bajado
BAJADO é um documentário curta-metragem cujo tema principal é o genial pintor popular, Euclides Francisco Amâncio, que se auto intitulava “Bajado, um artista de Olinda”. O filme traz diversas abordagens e interpretações de sua vida e obra, além de fazer uma imersão na rotina de “figuras” que parecem ter saído de dentro de seus quadros.(Ópera Filmes).
Marcadores:
Bajado,
Documentário sobre o tricolor Bajado
Futebol e arte: a paixão de Wellington Virgolino pelo Santa Cruz
Clique nas imagens para ampliar
O pintor
pernambucano Wellington Virgulino de Souza nasceu na cidade do Recife, no dia
19 de setembro de 1929, no bairro de
Casa Amarela, filho de Gervázio
Virgulino de Souza e de Carmoniza Andrade de Souza. Embora batizado Virgulino
(com “u”), assinava suas telas como Wellington ou W. Virgolino (com “o”).
Fez seus primeiros estudos na Escola Maurício de
Nassau, bairro da Boa
Vista, e o primeiro ano científico no Ginásio
Pernambucano. Não concluiu o
curso. Foi um autodidata. Nesse Ginásio conheceu e tornou-se amigo de Vicente do
Rego Monteiro que, por ter
lhe dado valiosas apreciações e conselhos, Virgolino o considerava seu primeiro
orientador.
Despertou para as artes plásticas ainda criança. Utilizava lápis de cor, aquarelas e nanquim para desenhar caricaturas de colegas, professores e de seus irmãos. Tanto no curso primário como no ginásio e científico, os colegas e os professores o admiravam e divertiam-se com os desenhos por ele caricaturados. Morou na rua Velha por mais de vinte anos e manteve amizade com vários outros artistas também iniciantes como Ionaldo Cavalcanti, Beatriz Alves Melo Calábria e Darel Valença. Começou a desenhar histórias em quadrinhos em cadernos quando ainda estudava no Ginásio Pernambucano e as vendia para garantir a entrada no Cinema Politheama ou no Ideal. Nesses cinemas, eram exibidos os seriados que Virgolino retratava em suas histórias: O Aranha Negra, Flash Gordon, Jim das Selvas, O Fantasma Voador. Com a colaboração do seu amigo Redomak Viana, criou outras histórias que foram publicadas no Jornal Pequeno, Recife, entre 1946 e 1947.
Após reportagem publicada no Jornal Pequeno, Recife, em 1948, elogiando os seus trabalhos, Virgulino passou a colaborar nesse periódico, junto com o primo Yvonildo de Souza, com charges e desenhos sobre a vida mundana do Recife. Simultaneamente, Wellington trabalhou no escritório de Tabosa de Almeida, advogado e um dos incentivadores do pintor. Por dez anos (1949-1959), foi funcionário da Mala Real Inglesa, localizada na rua do Bom Jesus, área portuária do Recife. Sem dúvida, a convivência com as personagens do lugar, o levou a realizar trabalhos inspirados em temas sociais, além de registrar sua passagem pela boemia. Esse período, década de 1950, é considerado como início de sua fase de ouro. Nele, Virgolino conheceu Abelardo da Hora que, em parceria com Hélio Feijó, planejou e fundou a Sociedade de Arte Moderna do Recife (SAMR). De Abelardo recebeu aulas de ‘pose rápida’ no Liceu de Artes e Ofícios de Pernambuco. Depois, nasceu a idéia de criar o Atelier Coletivo que, graças a união e determinação de alguns artistas, foi instalado em casa alugada na rua da Soledade, nº 57, bairro da Boa Vista, Recife.
No Atelier, aprimorou sua técnica de pintura e utilização de materiais artísticos orientado, eventualmente, por pintores que vinham de fora – Mário Cravo e Carybé, da Bahia; Danúbio Villanil, do Rio Grande do Sul – e os daqui – Francisco Brennand, Reynaldo e Lula Cardoso Ayres. O grupo que fazia parte do Atelier fundou o Clube da Gravura. O Clube tinha sócios que contribuíam mensalmente e recebiam uma gravura. Isso ajudou a manter o Atelier Coletivo que funcionou primeiramente na rua da Soledade, depois nas ruas Velha, 231, e da Matriz, 117, todas no bairro da Boa Vista. Em 1957, O Atelier Coletivo e o Clube da Gravura do Recife lançaram o álbum Gravuras, composto de 10 xilogravuras em madeira e gesso de autoria de Wellington Virgolino, Corbiniano Lins e Wilton de Souza. Depois, o grupo começou a dispersar e, aos poucos, cada um montou seu ateliê. Wellington mantinha com seu irmão Wilton de Souza um ateliê na residência de seus pais. Em 1955, casou com Marinete Alves de Souza e, com o tempo, o transferiu para sua própria casa, no bairro de Monsenhor Fabrício, Recife. Depois, o instalou no bairro do Hipódromo. Mais tarde, deixou seu emprego na Mala Real Inglesa e dedicou-se à sua arte.
Foi desenhista e escultor, mas foi como pintor que se destacou tornando-se reconhecido nacional e internacionalmente. De 1954 a 1987, participou de exposições individuais (Recife, Salvador, São Paulo e Rio de Janeiro) e coletivas (Europa, Ásia, América do Sul, São Paulo, Belo Horizonte, Salvador, Porto Alegre, Brasília). Foi agraciado com prêmios e condecorações, teve seu trabalho comentado e analisado por escritores, poetas e críticos de arte, foi membro de diversas comissões julgadoras de obras de arte e ilustrou livros. Em 1995, o Conselho Municipal de Cultura, Recife, o homenageou com o troféu Construtores da Cultura(in memoriam).
Wellington Virgolino faleceu no Recife no dia 23 de setembro de 1988.
Despertou para as artes plásticas ainda criança. Utilizava lápis de cor, aquarelas e nanquim para desenhar caricaturas de colegas, professores e de seus irmãos. Tanto no curso primário como no ginásio e científico, os colegas e os professores o admiravam e divertiam-se com os desenhos por ele caricaturados. Morou na rua Velha por mais de vinte anos e manteve amizade com vários outros artistas também iniciantes como Ionaldo Cavalcanti, Beatriz Alves Melo Calábria e Darel Valença. Começou a desenhar histórias em quadrinhos em cadernos quando ainda estudava no Ginásio Pernambucano e as vendia para garantir a entrada no Cinema Politheama ou no Ideal. Nesses cinemas, eram exibidos os seriados que Virgolino retratava em suas histórias: O Aranha Negra, Flash Gordon, Jim das Selvas, O Fantasma Voador. Com a colaboração do seu amigo Redomak Viana, criou outras histórias que foram publicadas no Jornal Pequeno, Recife, entre 1946 e 1947.
Após reportagem publicada no Jornal Pequeno, Recife, em 1948, elogiando os seus trabalhos, Virgulino passou a colaborar nesse periódico, junto com o primo Yvonildo de Souza, com charges e desenhos sobre a vida mundana do Recife. Simultaneamente, Wellington trabalhou no escritório de Tabosa de Almeida, advogado e um dos incentivadores do pintor. Por dez anos (1949-1959), foi funcionário da Mala Real Inglesa, localizada na rua do Bom Jesus, área portuária do Recife. Sem dúvida, a convivência com as personagens do lugar, o levou a realizar trabalhos inspirados em temas sociais, além de registrar sua passagem pela boemia. Esse período, década de 1950, é considerado como início de sua fase de ouro. Nele, Virgolino conheceu Abelardo da Hora que, em parceria com Hélio Feijó, planejou e fundou a Sociedade de Arte Moderna do Recife (SAMR). De Abelardo recebeu aulas de ‘pose rápida’ no Liceu de Artes e Ofícios de Pernambuco. Depois, nasceu a idéia de criar o Atelier Coletivo que, graças a união e determinação de alguns artistas, foi instalado em casa alugada na rua da Soledade, nº 57, bairro da Boa Vista, Recife.
No Atelier, aprimorou sua técnica de pintura e utilização de materiais artísticos orientado, eventualmente, por pintores que vinham de fora – Mário Cravo e Carybé, da Bahia; Danúbio Villanil, do Rio Grande do Sul – e os daqui – Francisco Brennand, Reynaldo e Lula Cardoso Ayres. O grupo que fazia parte do Atelier fundou o Clube da Gravura. O Clube tinha sócios que contribuíam mensalmente e recebiam uma gravura. Isso ajudou a manter o Atelier Coletivo que funcionou primeiramente na rua da Soledade, depois nas ruas Velha, 231, e da Matriz, 117, todas no bairro da Boa Vista. Em 1957, O Atelier Coletivo e o Clube da Gravura do Recife lançaram o álbum Gravuras, composto de 10 xilogravuras em madeira e gesso de autoria de Wellington Virgolino, Corbiniano Lins e Wilton de Souza. Depois, o grupo começou a dispersar e, aos poucos, cada um montou seu ateliê. Wellington mantinha com seu irmão Wilton de Souza um ateliê na residência de seus pais. Em 1955, casou com Marinete Alves de Souza e, com o tempo, o transferiu para sua própria casa, no bairro de Monsenhor Fabrício, Recife. Depois, o instalou no bairro do Hipódromo. Mais tarde, deixou seu emprego na Mala Real Inglesa e dedicou-se à sua arte.
Foi desenhista e escultor, mas foi como pintor que se destacou tornando-se reconhecido nacional e internacionalmente. De 1954 a 1987, participou de exposições individuais (Recife, Salvador, São Paulo e Rio de Janeiro) e coletivas (Europa, Ásia, América do Sul, São Paulo, Belo Horizonte, Salvador, Porto Alegre, Brasília). Foi agraciado com prêmios e condecorações, teve seu trabalho comentado e analisado por escritores, poetas e críticos de arte, foi membro de diversas comissões julgadoras de obras de arte e ilustrou livros. Em 1995, o Conselho Municipal de Cultura, Recife, o homenageou com o troféu Construtores da Cultura(in memoriam).
Wellington Virgolino faleceu no Recife no dia 23 de setembro de 1988.
Fonte: BARBOSA,
Virgínia. Virgolino. Pesquisa
Escolar Online, Fundação Joaquim Nabuco, Recife. Disponível em: http://basilio.fundaj.gov.br/pesquisaescolar/
quarta-feira, 4 de julho de 2018
Dadá - 1936
Floriano da Rocha Carvalho, o Dadá, nasceu no dia 24 de Abril. Ele atuava como goleiro e foi Campeão Pernambucano de 1935 pelo Santa Cruz. Depois que abandonou o futebol Dadá tornou-se um próspero industrial. Dadá faleceu no dia 07 de janeiro de 2015.
Curiosidade: Dadá também jogava no time de vôlei do Santa Cruz, confira aqui
segunda-feira, 2 de julho de 2018
Matéria do Diário da Manhã destacando o título juvenil do Santa Cruz e a cirurgia do atleta Ernani Zloccoick - 1934
Clique na imagem para ampliar. Para ampliar mais: clique na imagem com o botão direito do mouse em “Abrir em nova aba” ou "Abrir link em nova guia" e a imagem poderá ser ampliada ao máximo facilitando a leitura.
No dia 15 de abril de 1972 o Diário da Manhã publicava: "O Mundão do Arruda é Estádio Internacional".
Clique na imagem para ampliar. Para ampliar mais: clique na imagem com o botão direito do mouse em “Abrir em nova aba” ou "Abrir link em nova guia" e a imagem poderá ser ampliada ao máximo facilitando a leitura.
domingo, 1 de julho de 2018
MATÉRIA DA REVISTA PLACAR DESTACANDO O SANTA CRUZ DE EVARISTO DE MACEDO - 1978
Revista Placar - 14 de julho de 1978
Para facilitar leitura do texto: clique na imagem com o botão direito do mouse em “Abrir em nova aba” ou "Abrir link em nova guia" e a imagem poderá ser ampliada ao máximo.
terça-feira, 26 de junho de 2018
domingo, 24 de junho de 2018
Bebeto - 2003
Werbeth Muniz, o “Bebeto”, nasceu em Pinheiro-MA, no dia 30 de junho
de 1980. Atuando como zagueiro foi revelado nas categorias de base do Santa
Cruz no ano 2000 e logo ascendeu para o time profissional como uma grande
promessa. Em 2003, influenciado pelo empresário acabou deixando o Santa Cruz
numa tumultuada negociação com o Corinthians.
Bebeto não se firmou no clube paulista e assinou com o Figueirense. Depois teve passagens rápidas pelo Vasco e Remo,
seu último grande clube. A partir de
então passou por diversos clubes de pouca expressão. Em 2016 ele atuou pelo
modesto Pinheiro do Acre.
Matéria da Revista Placar destacando os pontas-esquerdas do Campeonato Pernambucano - 1982
Originalmente publicado na
Revista Placar em 27 de agosto de 1982
Clique na imagem para ampliar. Para ampliar mais: clique na imagem com o botão direito do mouse em “Abrir em nova aba” ou "Abrir link em nova guia" e a imagem poderá ser ampliada ao máximo facilitando a leitura.
sexta-feira, 22 de junho de 2018
Torcedores Ilustres: Barbosa Cirandeiro 1978
José
Barbosa da Silva, era cirandeiro (mestre do grupo Ciranda Brasileira) e
engraxate, trabalhava na calçada do lendário Bar Savoy, centro do Recife. Era
conhecido por três apelidos: “Barbosa Cirandeiro”, “Barbosa Engraxate” ou “Barbosa
Tricolor” Ele era torcedor fanático do Santa Cruz, sempre o que o trabalho
permitia estava no Arruda torcendo pelo Mais Querido. Durante o dia estava sempre cochilando porque se apresentava noite adentro com seu grupo de ciranda.
.jpg)
































