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sexta-feira, 12 de março de 2010

Santa em destaque na capa da Placar - 1977

Em uma de suas edições do mês de Dezembro de 1977 (a revista era semanal na época), a revista Placar destacou a grande vitória do Santa Cruz que derrotou o Grêmio em Porto Alegre pelo placar de 3x2. A manchete acentua que o Grêmio foi humilhado pelo time Coral.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Santa Cruz 3x0 América AM - 10/03/2010

quarta-feira, 10 de março de 2010

Time de 1987 - Bi-Campeão Pernambucano

Em pé: Birigui, Ivan, Orlando, Sérgio China, Zé do Carmo e Loti.
Agachados: Édson, Ataíde, Dadinho, Rinaldo e Gilson Gênio.

Em pé: Luiz Neto, Ivan, Orlando, Ragner, Birigui, Luiz Oliveira e Zé do Carmo
Agachados: Édson, Gabriel, Ataíde, Dadinho, Sérgio China, Gilson Gênio, Rinaldo, Duda e Loti.
A final aconteceu no dia 16 de agosto de 1987,
o Santa Cruz empatou em 1x1 com o Sport e conquistou o bi-campeonato.

Time de 1970 - Aspirantes

Em pé: Dica, Gilberto, Lineu, Zé Carlos, Zinho e Vila-Nova.
Agachados: Cuica, Jaburú, Beto, Zé Maria e Hélio.

Torcedor coleciona matérias sobre o Santa Cruz

Birigui -1983 -1987






Marcos Antônio Gomes nasceu em Birigui-SP, no dia 01 de Abril de 1958. Birigui jogou nove temporadas (1981/88 e 1990/91) pelo Santa Cruz, virou lenda e acabou sendo eleito um dos cinco melhores jogadores do Santa Cruz em todos os tempos. São Birigui, como era (e é, ainda hoje) carinhosamente chamado pela torcida coral, foi bi-supercampeão em 1983 e bi-campeão em 1986/87.

Hino do Santa Cruz solado no violão

terça-feira, 9 de março de 2010

Time de 1975 em destaque na Revista Placar

Clique na imagem para melhor viasualizar

Recorte: José Pinto

Wilson Carrasco - 1977 - 2015 - 2020




Descendente de espanhóis, José Wilson Carrasco nasceu em 04 de fevereiro de 1951 no município de Rincão, Estado de São Paulo, região da Araraquarense. Mudou-se para Américo Brasiliense, na mesma região, onde dividia seu tempo entre o futebol de várzea e o trabalho na usina da cidade. CARRASCO começou a jogar futebol na Ferroviária de Araraquara em 1974 e, com ele, o time foi excepcional. Em 1976, com outros jogadores da Ferroviária, integrou a Seleção Paulista para representar o futebol brasileiro na Coreia do Sul. Depois da Ferroviária, CARRASCO jogou em vários times da elite do futebol brasileiro, tais como Sport_Club_do_Recife, Santa_Cruz_Futebol_Clube, Associação Portuguesa de Desportos e Cruzeiro.

Inácio França esteve com CARRASCO no terceiro trimestre de 2005 e publicou o seguinte artigo-resenha das conversas então mantidas:
Em outubro, se não me falha a memória, encontrei uma figurinha amassada daquela coleção e cismei de sair procurando antigos ídolos da torcida. O primeiro foi Luiz Fumanchu, que atualmente é comentarista esportivo numa rádio de sua cidade, no interior capixaba. Depois decidi que tinha de localizar Wilson Carrasco, um meia-esquerda arretado daqueles timaços do final dos anos setenta. Era apenas um menino de nove anos, no máximo 10, nem lembro do seu futebol, mas iniciei as buscas sabendo exatamente o que me motivava: deixaram marcas na minha memória as transmissões do locutor Ivan Lima, narrando os chutes fortes, as cobranças de falta mortais que saíam dos pés de Carrasco, Wilson Carrasco. Imaginava um sujeito implacável, com cara de mal, deixando os goleiros dos times do Sul em pânico.

Por isso minha primeira pergunta era inevitável: Carrasco é nome ou apelido por causa dos seus chutes? "É meu nome de família, sou descendente de imigrantes espanhóis. É um sobrenome espanhol", respondeu Carrasco, com a tranquilidade e o sotaque de caipira do interior paulista. Admito: passei esses anos todos imaginando que aquele era o apelido digno para um destruidor de defesas. Foi uma decepção, quase que perco a graça de continuar a conversa por telefone. Mesmo sem jeito, ouvi ele me confirmar o que um radialista tinha me antecipado: aos 56 anos, o velho camisa 10 mora nos subúrbios de Araraquara e é treinador dos juniores da Ferroviária, seu primeiro clube, de onde saiu direto para o Santa Cruz por indicação do ídolo Pio (também já entrevistado pelo ). "O Santa Cruz foi o clube que me abriu as portas do futebol nacional. Tive uma boa passagem, disputei dois campeonatos brasileiros ao lado de Nunes, Fumanchu e Joãozinho. Foi uma excelente oportunidade jogar ao lado deles". Pura modéstia. Carrasco estava a altura dos companheiros.

Do Arruda, chegou a ir ao Morumbi, mas o treinador Rubens Minelli o vetou por considerar que, com 1m72cm, era baixo demais. Seu destino acabou sendo a Portuguesa, onde dividiu quarto com Enéas, maior ídolo da história do clube do Canindé.

Depois, o meia rodou. Voltou ao Recife e foi campeão por um time de camisa vermelha-e-preta, com sede na Madalena. Há 20 anos, Carrasco veio pela última vez a Pernambuco para jogar exatamente contra o Santinha. "Foi pelo brasileirão de 1986, estava no Comercial de Mato Grosso do Sul. Empatamos em 0 x 0 no Arruda". Acredito que fui a esse jogo: o Santa perdeu muitos gols e matou a torcida de raiva.

Em 1992, se aposentou quando jogava no Varginha, do interior de Minas. Se aposentou, mas não encerrou a carreira: "Eu era assistente-técnico de Valdir Perez e precisaram de alguém para compor o meio-de-campo num coletivo. Fiz um gol no treino e acabei jogando mais oito vezes pelo time principal da Ferroviária, que na época disputava a segunda divisão do campeonato paulista. Mas aí desisti por causa da condição física, porque futebol eu tinha".
Até esse ponto, a conversa fluía num ritmo lento, quase aos empurrões por conta da timidez do entrevistado, sujeito reservado. Até que uma pergunta mudou o tom da sua voz e o ritmo das respostas:

"Minha maior emoção quando jogava no Santa? Ah, foi também a maior emoção da minha carreira: empatamos em 2 x 2 com o Operário, em Campo Grande, no Brasileiro de 1977, o que nos deixou a um passo da semifinal. Quando chegamos, tinha umas três mil pessoas no aeroporto. Foi tanta festa que demorei uma hora para chegar em casa, e olhe que eu morava no edifício Transatlântico, na praia de Boa Viagem, que é bem pertinho do aeroporto". Então, de repente, ele se transformou no Wilson Carrasco da minha infância: "Jogar no Arruda lotado era demais. Quando a torcida tricolor gritava o nome da gente, ficava arrepiado, com vontade de degolar os caras".

Fonte: Site Fillos de Galícia do Brasil

Luiz Fumanchu - 1975 - 1978



 José Luiz da Silva, o “Luiz Fumanchu”, nasceu em Castelo, Espírito Santo, no dia 14 de novembro de 1952. Formado nas categorias de base do Castelo Esporte Clube, iniciou sua carreira com apenas 14 anos. Seu irmão, Sérgio Roberto, era jogador do Fluminense e o levou para as categorias de base do clube das Laranjeiras. Nessa época ainda usava o apelido de infância, Pito. Quando transferiu-se para as categorias de base do Vasco da Gama, adotou o nome de Luiz Fumanchu. Segundo o próprio jogador, o nome surgiu depois que assistiu a um filme de caratê junto com seus companheiros do Vasco: “Começaram a me chamar de Fumanchu e eu adotei o nome”, esclareceu. Esse espetacular ponta, fez parte da Academia Coral, de 1975, que brilhou no Campeonato Brasileiro. Fumanchu atuou também no Sport, Fluminense, América do México, Flamengo e Londrina, onde encerrou sua carreira. Atualmente (2012), Fumanchu é comentarista esportivo da Rádio Cultura FM, em Castelo, Espírito Santo, sua cidade natal.

Pio - 1975




Mazinho e Pio - 2015
FOTO: ANTÔNIO MELCOP

Osmar Alberto Volpe, o”Pio”, nasceu no dia 15 de Novembro de 1945 em Araraquara-SP. Esse espetacular ponta esquerda, foi revelado pela Ferroviária de Araraquara, jogou no palmeiras e chegou ao Recife em 1974 para defender o Santa Cruz. Pio marcou época vestindo a camisa Coral jogando por quatro temporadas (1974-1978). Atualmente (2010), Pio é professor de Educação Física na UNESP (Campus Araraquara).

Camisas - 1979






Camisas - 1983

Criação: Rubens Sousa

Brasão - 2010

Ivan Fiel da Silva, o “Brasão”, nasceu no dia 01 de Janeiro de 1982 na cidade de São Paulo. O jogador ganhou destaque em 2009 jogando pelo Atlético de Goias que conseguiu ascender a Série A do Campeonato Brasileiro. Brasão chegou ao Santa Cruz no início de 2010 e logo tornou-se ídolo.
Clubes: Juventus-SP, Americano-RJ, Flamengo-SP, Sal Goacar-IND, Fluminense-BA, Atlético de Goiás e Santa Cruz.

domingo, 7 de março de 2010

Torcedores Ilustres - José do Rego Maciel

Ano 2000
Ano 2000
Em 1987, cumprimentado o Papa João Paulo II
Junto com o filho, Marco Maciel, em 1994



José do Rego Maciel era pernambucano de Pesqueira. Nasceu em 23 de de 1908. Foi advogado, promotor de justiça e político. Durante sua vida pública foi secretário da Fazenda do Estado de Pernambuco e deputado federal eleito por dois mandatos. Na década de 50, entre os anos de 1953 e 1955, foi prefeito nomeado do Recife. Casado com Carmen Sylvia Cavalcanti de Oliveira Maciel, teve nove filhos, sendo o mais conhecido o político Marco Maciel. José do Rego Maciel foi o principal articulador da construção do Estádio do Arruda, que hoje, merecidamente, carrega o seu nome. Em 1954, ele liderou uma campanha que atraiu investidores para o inicio da construção do estádio.

sábado, 6 de março de 2010

Rivaldo fala sobre o Santa Cruz




Nesse vídeo gravado no Uzbequistão, Rivaldo revela para o repórter Andrei Kampff seu amor pelo clube que o revelou. Entre outras coisas, ele fala sobre a tristeza em ver o Santa passando por esse momento difícil e lamenta pelo seu pai não o ter visto jogando pelo time profissional do Santa Cruz. A qualidade do vídeo não é boa, mas vale o registro.

Joel Mendes - 1977- 1978 - 1979 - 2013






Joel Mendes - 2022 
Foto: www.zebeto.com.br

Joel Mendes nasceu em Campo Magro,que  na época pertencia a Curitiba-PR, em 25 de Junho de 1946. Iniciou sua carreira no Coritiba, em 1970. Joel teve dificuldades no começo porque apresentava uma estatura abaixo da média para os goleiros, 1,76m. Joel Mendes jogou no Santa Cruz entre 1977 e 1979, tendo participado da excursão Fita Azul. Joel Mendes foi acusado deter facilitado um jogo para o Náutico,sobre esse episódio ele explicou: "O Santa Cruz tinha vencido os dois primeiros turnos e estava decidindo o terceiro contra o Náutico para ser campeão. O time do Santa Cruz era muito superior. Mas na primeira partida, o Náutico ganhou por 1 x 0. Fui pegar a bola, escorreguei e ela entrou. Um conselheiro começou a espalhar o boato de que eu facilitei o gol do Náutico. Ele insinuou que eu estava na gaveta". 

Joel não jogou o segundo jogo, o Santa ganhou de 3x1 e ele pediu dispensa. No ano seguinte Joel foi ao Arruda fez um acordo e ganhou passe livre para encerrar sua carreira no Colorado-PR. Atualmente (2022) é apicultor em Campo Magro-PR.


Picasso - 1976


Ronei Paulo Travi, o “Picasso”, nasceu no dia 07 de maio de 1939 na cidade Canelas-RS. Jogou em vários clubes grandes do futebol brasileiro. Começou sua carreira no extinto Cruzeiro, de Porto Alegre, no ano de 1960. Por lá ficou até 63 quando se transefriu para o Palmeiras. Jogou por mais dois anos em Palestra Itália e foi emprestado para o também extinto Prudentino. De volta ao “Verdão” em 66 foi mais uma vez emprestado, desta feita para o Juventus.

Em 1967 estava no São Paulo e no Tricolor ficou até 1970, quando fez parte do time que tirou o São Paulo da fila de 13 anos sem a conquista do Campeonato Paulista. Após isto foi emprestado ao Bahia e no ano seguinte retornou ao ‘Tricolor do Morumbi”. E, 1972 jogou no Atlético Paranaense. Neste mesmo ano também atuou no Grêmio, onde jogou por quatro anos.
Em 1976, quando defendia as cores do Santa Cruz, de Recife, Picasso resolveu abandonar a carreira e então se aposentou.

Por ser um ótimo goleiro, chegou a Seleção Brasileira, onde teve a felicidade de jogar em cinco partidas. Na época, a seleção era comandada pelos cariocas e a preferência era a de jogadorersw do rio de Janeiro.

Picasso foi Campeão Paulista em 63 e do Rio-São Paulo de 65 pelo Palmeiras. Foi também Campeão Paulista, alias Bi-campeão, pelo São Paulo em 70 e 71 e Campeão Pernambucano pelo Santa Cruz em 1976.

Fonte: Futebol do Interior

Camisas - 1975

                                                             Criação: Rubens Sousa

Camisas - 1968

Criação: Rubens Sousa

Camisas - 1931/32

Criação: Rubens Sousa

Time de 1979 - Imagens da Excursão Fita Azul

Em pé: Joel Mendes, Carlos Alberto Barbosa, Givanildo, Fraga, Pedrinho e Lula.
Agachados: Amilton Rocha, Betinho, Jadir, Carlos Roberto e Joãozinho.

No dia 23 de setembro 1979 o santa Santa Cruz venceu o náutico por 3 x 1 e sagrou-se campeão!
Em pé:Carlos Alberto Barbosa, Givanildo, Alfredo Santos, Lula
Paranhos e Joel Mendes.
Agachados: Jadir, Betinho, Neinha, Carlos Roberto e Joãozinho.
Em pé: Joel Mendes, Carlos Alberto Barbosa, Paranhos, Pedrinho, Alfredo Santos e Givanildo.
Agachados: Jadir. Betinho, Neinha, Carlos Roberto e Joãozinho.















Ajude-nos a completar as legendas. Use o link de comentários das fotos.

Campanha:


01 de março de 1979, Kuwait: Santa Cruz 5 x 1 Seleção do Kuwait
06 de março de 1979, Kuwait: Santa Cruz 1 x 1 Seleção do Kuwait
08 de março de 1979, Bahrein: Santa Cruz 3 x 0 Seleção do Bahrein
11 de março de 1979, Catar: Santa Cruz 4 x 0 Seleção do Catar
13 de março de 1979, Catar: Santa Cruz 4 x 1 Seleção do Catar
14 de março de 1979, EAU: Santa Cruz 2 x 1 Seleção de Dubai
17 de março de 1979, EAU: Santa Cruz 3 x 0 Seleção de Abu Dhabi
18 de março de 1979, EAU: Santa Cruz 3 x 0 Al Ain
20 de março de 1979, EAU: Santa Cruz 6 x 2 Nasser Sport Club
22 de março de 1979, Árabia Saudita: Santa Cruz 3 x 0 Al-Hilal
30 de março de 1979, Romênia: Santa Cruz 4 x 2 Seleção da Romênia
01 de abril de 1979, França: Santa Cruz 2 x 2 Paris Saint-Germain